Fórum unbreakable
Olá visitante!!!

Para ter acesso a tradução do Livro Conspiração Michael Jackson da Afrodite Jones, você precisa ser cadastrado no site. Desculpe-nos o inconveniente. Não esqueça de comentar agradecendo a gentileza do administrador.

Não esquecer de ativar a conta no seu E-mail.

Agradecemos o seu interesse e seja bem vindo(a) ao Unbreakable.

Atenciosamente a Administração.

Polêmica em Torno do Acordo entre a AEG Live e Viagogo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Polêmica em Torno do Acordo entre a AEG Live e Viagogo

Mensagem por Convidad em Qua Mar 18, 2009 8:47 pm

Polêmica em Torno do Acordo entre a AEG Live e Viagogo

A dor de cabeça dos fãs mais dedicados parece não ter fim, além do
congestionamento gigantesco que foi enfrentado para comprar ingressos
pela internet e call center, agora surge a possibilidade de compra de
tickets dez vezes mais caros, isso tudo por conta de um secreto acordo
entre a AEG Live e a Viagogo, uma empresa de revenda de entradas, para
inflar os preços dos melhores assentos. Para entender melhor o que
aconteceu é necessário acompanhar o início da história.

O possível acordo permite que a Viagogo venda
ingressos para os shows no O2 Arena a partir de 500 libras ao invés dos
preços habituais de 50 e 75 libras. Com este movimento a AEG Live e
Viagogo conseguirão grandes benefícios ao reduzir a disponibilidade dos
tickets normais para aqueles fãs que tentem comprá-los através da rota
"primária" do Ticketmaster. O jornal The Times acredita que
além da venda oficial, a AEG Live ofereceu a uma empresa secundária
entre 500 e 1000 ingressos por data.


Acredita-se que a AEG Live proporcionou tickets
sabendo que seriam vendidos por cerca de 500 libras, recebendo assim
80% dos benefícios e deixando a Viagogo com os outros 20% restantes. As
entradas mais próximas do palco foram vendidas pela Viagogo por mil
libras. Outras foram vendidas por preços entre £418 e £659, deixando
assim, os fãs mais antigos e fiéis, furiosos e indignados, pois o que
parece prevalecer é o dinheiro e não o tempo de fanatismo.


A AEG Live não nega seus vínculos com a Viagogo.
Em um comunicado da companhia disseram: "Na tentativa de assegurar aos
fãs a possibilidade de comprar bilhetes Premium e revendê-los
para outros fãs, A AEG Live chegou a um acordo com a Viagogo. Esta
empresa on-line permite que as pessoas vendam e comprem tickets com
segurança e garantia". Uma fonte próxima a AEG Live disse: "Estas são
as entradas mais importantes da década. Sugerir que não existiria um
mercado VIP não é realista. Queremos garantir que seja bem feito para
os fãs não terem de comprar bilhetes no mercado negro. Esta é apenas
uma minoria dos tickets. A idéia é fazer com que o local esteja cheio
de fãs verdadeiros. Existem sistemas para garantir que as pessoas não
comprem muitos ingressos para revenda".


Os promotores dos concertos dizem que são contra
as agências secundárias, acusando-as de privar benefícios à indústria
musical. A AEG Live poderia até enfrentar a censura do Concert Promoters Association,
a qual faz parte. Porém uma boa notícia depois disso tudo ocorreu no
último dia 14, a AEG Live abriu processo conta a Viagogo acusando-a de
revender tickets a outras empresas de revenda. No acordo firmado entre
as duas empresas a segunda receberia seus 7% dos ingressos e não
venderiam entradas em lotes ou com desconto por alto volume a outras
companhias.


A AEG Live embora não tenha abandonado seu acordo
com a Viagogo: "Vamos acompanhar agora como falcões", disse Randy
Phillips, quem está encarregado da auditoria da venda dos tickets. E
adiciona que a AEG decidirá se voltará ou não a trabalhar com a Viagogo
ou outras companhias secundárias no futuro. O resultado do processo não
foi outro, a AEG Live ganhou uma ordem judicial que obriga a Viagogo
não oferecer seus tickets a outros revendedores. Aparentemente a
Viagogo enviou um e-mail a outros agentes oferecendo acordos para
comprar grandes quantidades. "Queremos limpeza", disse Phillips. "Não
era nossa intenção vender a outros revendedores", claro que, não fossem
oficiais.


por Bruno Fahning

Fonte: The Times; Financial Times; Musically









Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum